De acordo com os médicos e nutricionistas, a obesidade é fator de risco para cerca de 60 doenças crônicas. Entre elas, destacam-se a hipertensão arterial, o diabetes tipo II, o aumento do colesterol total, os problemas cardiovasculares, gastrointestinais e psicológicos, além de algumas formas de câncer. Saiba mais sobre algumas dessas doenças a seguir:
O diabetes mellitus, ou diabetes tipo II, é uma doença de causa múltipla e ocorre quando há falta ou ineficiência da insulina no organismo, causando um aumento da taxa de glicose no sangue (hiperglicemia). A insulina é produzida pelo pâncreas e é essencial para que nosso corpo funcione bem e possa utilizar glicose (açúcar) como principal fonte de energia.
De 80% a 90% dos adultos acometidos pela forma mais comum de diabetes estão acima do peso. O tecido gorduroso dificulta a entrada da glicose na célula. Toda vez que o diabético engorda fica mais difícil controlar a glicemia e a taxa de açúcar no sangue.
A pressão arterial é a força que o sangue exerce sobre a parede das artérias. Quando elevada, recebe o nome de hipertensão arterial. Maus hábitos alimentares, obesidade, fumo, consumo de bebidas alcoólicas e sedentarismo são as principais causas da hipertensão.
Pessoas com hipertensão devem receber orientações de um médico, indicando-lhes o uso de uma droga anti-hipertensiva, e de nutricionistas, que auxiliarão na reeducação alimentar. A hipertensão arterial, quando não tratada, aumenta o risco de derrames, doenças do coração, paralisação dos rins, lesões nas artérias e, até mesmo, alterações na visão.
A síndrome metabólica (SM) é a associação de fatores que aumentam a chance de uma pessoa desenvolver doenças cardíacas, derrame cerebral e diabetes. As principais causas associadas à síndrome metabólica são a carga genética, a obesidade e o sedentarismo. O diagnóstico de síndrome metabólica é feito quando a pessoa apresenta, pelo menos, três dos seguintes problemas de saúde: gordura abdominal aumentada (cintura maior que 102cm em homens ou maior que 88cm em mulheres), baixo colesterol HDL (bom colesterol), triglicerídeos aumentados, hipertensão arterial e aumento da glicemia.
O balão é um método novo, que não é agressivo e que tem resultados excelentes. Aí, surgiu a proposta de usá-lo e eu aceitei. Estou bem satisfeita. No início você estranha porque é um corpo estranho que está dentro de você, mas como falei, é um processo de pré-adaptação e no terceiro dia você está normal. Saiba mais
Utilizo o balão intragástrico da Silimed há seis meses, e, até agora, já tratei cerca de 40 pacientes. O sucesso da técnica de colocação do balão é grande. Só tive até agora um caso de deflação espontânea do balão. Quando isso acontece, a gente faz a retirada, o que é algo muito simples com essa técnica nova. Saiba mais
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